criticas

 
 

Da série "Propagandas (óbvias) que nunca veremos" #90

 

Simples e direto!

créditos: rouba7

 

 
 

estar na constituição para que? #79

De vez em quando passa um comercial na tv sobre o direito a alimentação não estar na constituição. O comercial é bonito, bem feito, mas a idéia, apesar de ser uma boa tentativa, é falha.

Quantos direitos NÓS temos na constituição e mesmo assim NÃO temos em pratica? Vou citar só os principais: Educação, com uma educação de qualidade o Japão é o que é hoje, uma potencia, por que no Brasil não pode ser assim?; Igualdade, o Brasil não é um pais com igualdade invejável, digo igualdade em relação a cor, sexo, idade e outros tantos fatores; Além dos citados existem muitos outros "direitos" que não são respeitados. Enfim não adianta estar na Constituição se não for colocado em prática.

A iniciativa da propagando é valida, mas estar no papel não significa estar sendo feito.

ps: Acho valido que alguém que lê o blog de um sinal de vida, eu escrevi tão bonitinho agora que não sei se vou escrever assim novamente (Muito triste), seria muito bom saber que uma alma viva leu (*-*).

Com um livro desses é melhor Adormecer u.u #58

Li uma critica sobre o ultimo livro de Crepusculo, Amanhecer, e lá mostra as contradições de Meyer ao colocar o Brasil como pano de fundo para o ultimo livro da saga da adolescente Bella e do "vampiro" Edward. Vejam a critica com o parenteses do blog Twilight Haters Brasil. É super grande, mas vale a pena ler.

Aborto e virgindade são temas do último livro de “Crepúsculo”
“Amanhecer” é o eletrizante fim da história sobre o amor de uma garota por um vampiro e suas aventuras com o amigo lobisomem
(também retrata como seria o nascimento de um alien, mas quem liga?)

Por Rafael Kato (e comentários em parênteses da tia Lily)

O último livro da série “Crepúsculo”, escrita pela americana Stephenie Meyer, acaba de chegar ao Brasil. (é pessoas, finalmente acabou. Eu acho). “Amanhecer” é o eletrizante fim da história (bota eletrizante nisso. Principalmente quando Bella tem espamos durante o parto. Praticamente uma cadeira elétrica) sobre o amor de uma garota por um vampiro e seu amigo lobisomem (que bom que eles colocam o Jake dessa vez). A história repete temas dos outros volumes (o que não se repete ali?), mas adiciona a tópica do aborto e, de certo modo, de um dos conflitos religiosos americano. (porque não seria a Meyer se não fosse uma tentativa fail de enfiar algum valor que ela possa dizer depois “Ah, falei disso”).

“Amanhecer” sai da gráfica da editora Intrínseca com 400 mil cópias (só eu achei pouco? O.O Perto de outros sucessos, claro) e mais de 200 mil já estão vendidas para livrarias do país (repare, não foi pro público, foi pras livrarias… o que me faz pensar, onde se enfiaram os outros 200 mil livros? Foram pras bancas?). Em tempos de crise, o sucesso editorial é algo de destaque, ainda mais se levarmos em conta que o episódio final da série foi publicado em agosto de 2008 nos Estados Unidos (em poucas linhas, Vinagre demorou na tradução. Se bem que, pelo que eu vi ontem do livro, ela não é muito diferente da que eu vi na net, não. Ctrl c Ctrl v?). É natural que muitos já tenham lido o original em inglês ou traduções de fãs pela internet. (Reitero: Vinagre = Crtl c Ctrl v?)

“Crepúsculo” é uma série que provoca paixão (tão doentia quanto a retratada no livro), uma vez que o sucesso da obra e sua qualidade podem ser julgados pelo número de vendas atingidas (Hum… ainda bem que ele disse “julgadas”. Se ele dissesse “elogiada”, eu ia estranhar). Se os livros possuem uma boa recepção entre os jovens leitores, então devemos dar crédito positivo ao texto (Devemos? O.O). No entanto (AH, SABIA QUE TINHA UMA RESSALVA (opa comentario meu: EU TAMBEM SABIA QUE TINHA UMA RESSALVA!)), um leitor esperto e atento (aka gente com senso crítico) não fica apenas no nível do sensível e do prazer, mas desce às camadas mais profundas da interpretação. (Eeeeeeeeee, somos nós! ^^)

Enredo e análise
A garota Bella Swan e o vampiro Edward Cullen estão mais unidos do que nos outros livros (claro, ele finalmente parou com aquele drama todo). Em “Amanhecer”, acontece o casamento do ser das trevas com a adolescente da cidade de Forks, no estado de Washington. (Só faltou dar a data do casamento, o local da igreja e da festa. Aí sim o convite estaria completo).

O livro resolve uma antiga questão da série: o sexo (três livros para resolver algo assim… pra vocês verem). O casal sai em lua-de-mel, cujo destino final é uma ilha no litoral brasileiro (porque Meyer GOSTA do Brasil, pelo visto, embora não saiba TCHONGAS sobre ele). O que antes era medo transforma-se em prazer, tendo como um dos resultados uma cama quebrada (ou seja, mais uma prova de que aquela coisa do “mimimi, tenho medo de te machucar” era pura balela. Só uma tentativa fail de Meyer abordar sexo depois do casamento. Agora, me digam, por que ela não fala isso de uma vez? Seria tão mais digno).

No entanto, uma das dúvidas dessa sequência é como o vampiro Edward possui uma ereção, já que vampiros não têm sangue (É, A GENTE SE PERGUNTA A MESMA COISA (outro comentario meu: EU TAMBEM ME PERGUNTO ISSO u.u)). Em uma entrevista, Stephenie Meyer afirma que o veneno do ser das trevas funciona como fluido corporal (er… venenos são capazes de levantar um pênis? Se for assim, já sei do que o Viagra é feito). Só que esta explicação não está no texto, portanto só pode ser lida como um lapso e um erro na hora da construção do personagem (TOMA, MEYER. Depois dessa, sou fã do Rafael, beijos. Ah, a colocação dos negritos nas palavras foi minha, só pra avisar).

Em “Amanhecer, Jacob Black, amigo de Bella que nutre amor por ela, reaparece na história decidido a combater aquilo que ele sabe que é inevitável: a transformação de Bella em uma vampira (claro que ele tem que evitar. Imagina uma coisa daquelas vivendo PRA SEMPRE? Seria um castigo para a humanidade). O lobisomem, assim como sua matilha, está decidido a destruir o clã vampiresco, assim que conseguir a prova de que a garota não é mais uma humana (e até aí, a coisa ia muito bem, porém…)

O lobisomem freia o ímpeto assassino ao descobrir que Bella está grávida (E AÍ COMEÇA A CAGADA). Nesse trecho da obra há uma interrupção da narração feita pela garota, sendo substituída por Jacob (não sei pra quê, mas beleza). Assim, ficamos sabendo que o feto metade humano, metade vampiro cresce em ritmo acelerado e obriga Bella a tomar sangue para sobreviver (no canudo, detalhe).

É neste ponto da obra que surge um novo tema: o aborto (porque agora que ela já disse que sexo só depois do casamento, hora de falar de outra coisa que dê tanta polêmica). Ele surge como substituto do tabu sexual e, claramente, reflete as opções religiosas da autora (o que DIABOS nessa série não reflete? É tão claro que chega a ser estranho. Colocar as opiniões, tudo bem, mas isso já é quase uma pregação do R.R. Soares). Edward e Jacob defendem o aborto do feto, mas Bella e a vampira Rosalie entendem que isso seria um assassinato (claro que a Rose não ia aceitar, ela quer o bebê pra ela, koe).

Em um dos trechos temos a seguinte frase de Bella: “Eu ainda não sei Jake. Mas eu só … sinto … que isso vai acabar em algo bom, que é difícil de ver agora (pergunta a Alice, oras. Não é ela quem prevê o futuro?). Acho que pode chamar isso de fé (isso me lembra que tenho que fazer minha fézinha na MegaSena *pensa*)”. A negação ao aborto e a fé formam um par contrário à ciência e razão, representados por Edward, Jacob e Carlisle, o médico vampiro. (quase uma luta entre bem e mal, hein? Opinião da Lily: SÓ EU ACHO QUE AS DUAS PODEM ANDAR JUNTAS, KOE?)

Carlisle chega ao ponto de contar os cromossomos do feto para saber como seria e qual seria seu comportamento (coffaltadoquefazercof), mas suas tentativas de estudos não são nada perto da certeza de que Bella tem sobre o futuro da criança (porque Bella acerta TUDO, é claro). Desse modo, Stephenie recupera um tema comum no debate político-religioso norte-americano: o conflito entre fé e ciência, sobretudo quando ligado ao ensino da evolução e do criacionismo (ok, nessa o Rafael viajou. DONDE PODEMOS TIRAR EVOLUÇÃO E CRIACIONISMO DAQUI?). Nem a ciência e nem a genética salvam Bella, mas sua fé e seu amor, mesmo que para isso tenha que se tornar uma vampira. (leia-se: nada pode salvar Bella a não ser Edward. E sim, ela vai virar vampira. Mas quem tinha dúvidas sobre isso? Oi, a Meyer coloca isso como um sacrifício, como se viver eternamente ao lado do seu amor, ao lado da família e amigos e ainda por cima com uma filha, numa casa de luxo, fosse UM GRANDE PROBLEMA).

Prova externa
O maior problema da aparição da criança, chamada de Renesmee, é a tentativa de explicá-la a partir de uma tradição de histórias sobre vampiros (o livro TODO é um problema nesse ponto, Rafael. A Nessie só é o maior absurdo deles, a começar pelo nome). No lugar de criar um universo fantástico único, Stephenie lança mão de várias provas externas, que quando confrontadas com o livro, não se sustentam (é, a gente tá tentando dizer isso pros fãs, mas eles não acreditam).

A filha de Bella é explicada, em certa parte de “Amanhecer, com referência aos íncubos (que ficou tão mal explicado que Meyer teve que explicar em entrevista de novo). Só que o íncubo é um ser mítico medieval que engravidava mulheres sem a permissão delas e está longe de ser vampiro (FAIL DA MEYER? Que nada!). Os íncubos representam o pecado sexual e o incesto, nunca estiveram associados na tradição literária com os sanguessugas, nem mesmo quando foram utilizados por C.S Lewis e Stephen King (DOIS GRANDES MESTRES QUE SABEM USAR AS COISAS, VIRAM? (comentario meu: CONCORDO, PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO A STEPHEN KING)).

O único ser que se aproxima das ideias de Meyer é o broxa (PFFFFF, RIALTO AQUI), vampiro medieval, capaz de voar e prever o futuro (Alice?). Só que a autora faz uma salada cultural ao colocar lendas dos índios ticunas na história (Aquele livro é uma salada no geral. Nada contra saladas). Apesar de viverem ao longo do rio Solimões, a autora os coloca tanto na costa do Rio de Janeiro como em toda a Amazônia, como se o país fosse uma imensa floresta e vivêssemos em uma enorme tribo (UH, tudo ali, pertinho. MEYER, POR QUE TCHONGAS VOCÊ IMPLICOU COM O BRASIL? Só pra mostrar que, além das aulas de Biologia, você também matou as aulas de Geopolítica Internacional?). Bella e Edward descobrem as supostas lendas brasileiras para entender mais sobre a Renesmee (droga, revoltei. Por que o Brasil? Nós temos caras de aliens agora, por acaso? Porque dizer que podemos entender Renesmee, é dizer que somos aliens, quase).

Nem uma lenda da tribo serve como apoio para “Amanhecer” (CLARO QUE NÃO SERVE! Nada explica os seres bizarros da Meyer. Só pra ela mesma). Nem mesmo o mürieto, o rei dos morcegos para os ticunas, possui relação alguma com a ser metade vampiro metade humano do livro (viu?). Nas histórias da Amazônia em geral, os único grandes sugadores de sangue são, respectivamente, o Boraró, um enorme macaco, e o Cãoera, um morcego gigante bem diferente do mürieto. (Rafael, vou te contar um segredo… é que a Meyer não pesquisa NADA pros livros dela, sabe? Por isso não se espante com esse tipo de coisa non-sense, é dela mesmo).

Desse modo, “Amanhecer”, como toda a série “Crepúsculo”, deve ser entendido como fenômeno de massa e, por essa condição, merece respeito (talvez uma tentativa de se redimir com os lovers malucos depois de tudo de negativo que falou?). No resto, o livro é uma colagem de tradições diversas, remanejadas e reescritas (DISCORDO! Não tem tradição nenhuma ali, então não dá pra colar e remanejar), transformando o enredo numa história média para um leitor iniciante. (eu seria mais pessimista, mas é melhor eu ficar quieta (meu: iniciante? minha irmã de 8 anos disse que vai ler Crepusculo, o ultimo livrinho que ela leu foi A Branca de Neve, sim aqueles livrinhos de 10 paginas e com 70% de ilustrações)).

Agora faço minhas as palavras da Lily: Foi um artigo TÃO leve e ao mesmo tempo TÃO OWNED. Adorei a sutileza desse ser, falei!

fonte: Twilight Haters Brasil

 

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